quinta-feira, 30 de maio de 2013

Depoimentos do Grupo 5 (Melhor gestão, Melhor ensino)

    Apresentação:

     Nós professores da rede pública do Estado de São Paulo, criamos esse blog com a proposta de divulgarmos e trocarmos experiências com a Leitura e Escrita na Matemática, através da “História da Matemática”.
     Contada de forma lúdica ou como pesquisa , o intuito sempre é de enriquecer o nosso aluno com o conhecimento e convidá-lo  a entrar para o mundo mágico da leitura.

    Autores do blog:
- Maria Lucia Ribeiro
- Marta Regina Borges
- Paulo Roberto Rolim de Moraes
- Rodrigo Lemes Mena
- Rodrigo Prado Pereira

- Roselaine Lopes Amilcar


Depoimentos sobre nossas experiências com a Leitura e a Escrita



    As minhas experiências com a leitura começaram na minha infância, onde havia uma vizinha com um livro lindo do “Gato de botas”, essa vizinha me emprestava o livro aí eu lia e relia, entrava na história. Eu amava ler em voz alta e fazer uma bela interpretação.  Já na minha adolescência, me distanciei da leitura por prazer, era somente como estudo. Mas há uns 3 anos redescobri  o prazer de ler, viajo todas as noites antes de dormir em belíssimos romances. A leitura nos remete a mundos distantes e nunca imaginados.


Profª Marta Regina Borges







Quando criança, lembro-me dos inúmeros gibis e livros de estórias, com ilustrações, lembro-me também das fábulas contadas pelo professor, onde me era garantido o prazer da leitura, até que na 4ª série me deparo com uma professora de redação e leitura, brava, amarga...não esqueço até hoje; ela selecionava os livros para cada aluno ler....minha primeira seleção.....o menino do engenho....aquilo me criou um trauma, pois não entendia a leitura ( já que o vocabulário era muito rebuscado pra um simples menino de 10 anos) passei a ter ojeriza por leitura, até que no ensino médio tive uma grande professora de Português, que conseguiu me despertar pra leitura/literatura".
                                                                                                                                                                Profº Rodrigo Prado Pereira




Quando criança eu, meus irmão e primos nos reuníamos em casa para ouvir meu pai contar as histórias sobre Pedro Malazarte e com isso podíamos imaginar os lugares e as situações vividas por ele, era muito emocionante. Ainda criança meu irmão mais velho tinha uma coleção de gibis e a minha curiosidade para a leitura era muito grande, tanta que eu contava as histórias para a minha irmã e colegas, olhando as figuras dos gibis como se estivesse lendo, e por esse interesse tive maior facilidade em aprender a ler. Na adolescência lia muitos livros para trabalhos escolares, o que acontecia todo mês, livros como A Moreninha, O Quinze, a coleção Para Gostar de Ler, entre outros e era muito prazeroso. Já Adulta tive maior interesse na leitura da Bíblia e livros relacionados.
Profª Maria Lúcia Ribeiro





Lembro da minha infância com muita saudade. Não tenho recordação nenhuma de que meus pais me incentivavam a ler. Mesmo assim, desenvolvi esse gosto, esse prazer. No ensino primário, minha escola propôs um concurso: ler o livro "O burrinho feliz" e reescrevê-lo sem erros de ortografia. No dia do concurso, após um acidente, minhas mãos estavam machucadas e minha mãe disse-me para que não fosse. Ela queria poupar-me. Eu fui e tirei o 1º lugar. Lembro-me também da biblioteca etinerante que passava no meu bairro a cada 15 dias. Lá podíamos retirar livros e devolvê-los após a leitura. Li muitos deles. Essas lembranças trago comigo até hoje. Tive uma infância feliz!!
Profª Roselaine Lopes Amilcar




Lembro-me de minha infância, nunca fui de ler livros... meu interesse era por cálculos, adorava somar, multiplicar, dividir e subtrair, era tudo muito técnico, assim no decorrer dos anos escolares, quando me deparava com uma situação  problema, onde tivesse que redigir algo que exigisse escrita e leitura e não apenas  números eu sentia  dificuldade para a interpretação de enunciados . Foi assim que, menino ainda ,resolvi entrar em uma biblioteca.Emocionado com tantos livros, capas maravilhosas, não sabia por onde começar, foi aí que dona Zita , a bibliotecária, deu-me o livro “ O Homem que calculava”. Observei com calma o tamanho do livro e quantidade de folhas que tinha e tantas letrinhas... só não  o devolvi  ,porque dona Zita foi muito atenciosa comigo, mas sai dali decidido :não vou ler. Passadas algumas horas, comecei a folhear o livro . Curioso resolvi abri-lo  na primeira página, e o  resultado foi não parar de ler, queria ler mais, e foi assim que me apaixonei pelos belos livros que envolvem  não só a matemática, mas todos os outros que envolvem  literatura.


Profº Paulo Roberto Rolim de Moraes 







Bom, minha história com a leitura não foi de amor a primeira vista, pois sempre fui um bom aluno, mas na hora de leitura de livros para mim era uma tortura, pois nunca me atraí por estórias, e sim pelos fatos reais e pelas ciências, não via muito sentido em ler estórias. Com o passar do tempo, compreendi que a leitura de outros gêneros é importante para o desenvolvimento da imaginação e do aumento do vocabulário, mas acredito que a leitura só pode ser significativa e instigante se ela atende as expectativas do leitor que no meu caso, ainda prefiro ler um livro de bioquímica a ler um livro de estórias.     


                                                                                                                                                                  Profº Rodrigo Lemes Mena

Um comentário:

  1. A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê de mais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.
    Albert Einstein

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